Registro

Reunião com o SEBRAE Nacional

    A ABADES tem fortalecido suas relações com organizações e instituições que desempenham um papel fundamental na política brasileira, como o SEBRAE Nacional. O objetivo é estabelecer uma parceria próspera, focada na capacitação e no aprimoramento da gestão pública e da sustentabilidade.

Reuniões com os Ministérios e Secretarias Federais

    A ABADES tem fortalecido suas relações com o Governo Federal por meio de Ministérios e Secretarias Federais, visando estabelecer uma parceria sólida e próspera. Até o momento, nosso presidente já se reuniu com representantes da Secretaria de Relações Institucionais, do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Reuniões com a ENAP e com a UNALE

    A ABADES tem fortalecido suas relações com organizações e instituições que desempenham um papel fundamental na política brasileira, como a União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). O objetivo é estabelecer uma parceria próspera, focada na capacitação e no aprimoramento da gestão pública.

 

 

 

 

 

Reuniões com as Representações dos Governos Estaduais em Brasília

    A ABADES tem intensificado suas relações com as representações dos governos estaduais em Brasília, visando estabelecer parcerias sólidas e produtivas com todos os estados brasileiros. Até o momento, nosso presidente já se reuniu com representantes de Pernambuco, Goiás, Sergipe, Santa Catarina e Paraná, dando os primeiros passos para uma cooperação frutífera e abrangente em nível nacional.

Premiações do Programa de Integridade e Governança Pública Municipal

    No mês de setembro, realizamos todas as premiações do Programa de Integridade e Governança Pública Municipal referentes ao ano de 2024. Ao todo, 187 servidores públicos receberam o certificado do Programa ABADES, como resultado de seu esforço para aprimorarem a política local como um todo. Além disso, diversos municípios receberam troféus correspondentes às suas respectivas fases no programa, como: Fase 1 – Integridade, Fase 2 – Governança, Fase 3 – Governo Participativo e Fase 4 – Gestão Eficiente.

 

Edital de convocação

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

São Paulo, 30 de setembro de 2024

Associação Brasileira das Agências de Desenvolvimento – ABADES
CNPJ nº 24.292.073/0001-62
Rua Treze de Maio, nº 681, Térreo, Bairro Bela Vista, São Paulo – SP

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

A Associação Brasileira das Agências de Desenvolvimento – ABADES, por meio de seu presidente, Sr. Luis Mario Machado dos Santos, no uso de suas atribuições, convoca todos os seus associados para participarem da Assembleia Geral Extraordinária, que será realizada no dia 16 de outubro de 2024 (quarta-feira), às 10h00, em primeira convocação, e às 11h00, em segunda convocação, na sede da ABADES, localizada na SRTVS, Quadra 701, Bloco O, nº 662 e 663, na cidade de Brasília- DF.

A assembleia terá como pauta a deliberação dos seguintes itens:

1. Eleição e Posse do Conselho Diretor e do Conselho Fiscal;

2. Apresentação e discussão do Programa de Integridade e Governança Pública Municipal, Estruturação da ADTV e da Rede Mensageiros da Sustentabilidade;

3. Apresentação das Ações Estratégicas da nova sede da Abades;

4. Deliberação sobre a verba de representação do Presidente.

5. Prestação de contas.

Contamos com a presença de todos para a discussão e votação dos temas de grande relevância para o futuro da ABADES.

Atenciosamente,

 

Luis Mario Machado dos Santos
Presidente da ABADES

Iniciativas apontam soluções eficientes para resíduos urbanos

Iniciativas apontam soluções eficientes para resíduos urbanos

Lixo Zero é um título concedido aos locais que por meio de iniciativas, cumpriram o
desafio de reduzir acima de 90% a produção de resíduos sólidos e os impactos ambientais
causados por eles. Locais como o festival Na Praia em Brasília e a Escola de Educação
Básica Aldo Câmara da Silva na cidade de São José, em Santa Catarina receberam o título
“Lixo Zero”.
Relatório
O relatório Global Waste Management Outlook 2024 (GWMO 2024), elaborado pelo
Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), indica que 80 milhões
de toneladas de resíduos sólidos domiciliares foram gerados no Brasil em 2022, Do total,
quase 30 milhões de toneladas tiveram a destinação inadequada, indo parar em lixões, por
exemplo, e 5 milhões de toneladas foram descartadas no meio ambiente
Preocupados com o impacto deste problema no planeta e na saúde das pessoas, os
produtores de um festival em Brasília, que ocorre anualmente, por três meses, às margens
do Lago Paranoá – principal corpo hídrico da capital federal – resolveram criar um lixo
zero, em 2017. Na época, identificaram que esse tipo de festa chegava a gerar cerca de
400 toneladas de resíduo.
Sucata pós-moderna: como o mundo (não) cuida do seu lixo eletrônico
“Nós queríamos deixar um legado para Brasília, ressignificar a nossa relação com o Lago
Paranoá, com a cultura da cidade, e, porque não usar essa plataforma de comunicação, de
engajamento e transformá-la em uma plataforma de mudança do mundo”, lembra Kallel
Kopp, diretor de sustentabilidade do projeto.
A partir daí, o projeto foi todo desenvolvido na lógica de consumo consciente e na
redução da pegada ambiental, com a eliminação de itens não essenciais, a substituição de
materiais convencionais por outros mais sustentáveis e a destinação adequado do resíduo
gerado.
Boas práticas como as da escola e do festival serão debatidas no Congresso Internacional
Cidades Lixo Zero, que começa nesta terça-feira, em Brasília. Por três dias, gestores de
negócios e cidades se reunião no Museu Nacional da República para trocar experiências
sobre o tema, em busca de soluções sustentáveis.
De acordo com o presidente do Instituto Lixo Zero, Rodrigo Sabatini, a ideia é que bons
exemplos possam motivar mais iniciativas que somem em uma transformação cultural e
social por cidades mais limpas, resilientes e equitativas.
Fonte: site Um Só Planeta, por: Fabíola Sinimbu, da Agência Brasil.
Saiba mais em: https://umsoplaneta.globo.com/sociedade/consumoconsciente/noticia/2024/06/26/iniciativas-apontam-solucoes-eficientes-para-residuosurbanos.ghtml

Brasil está secando, aponta Mapbiomas

Brasil está secando, aponta Mapbiomas

Em 2023, o território do Brasil ficou um pouco mais seco. Em todos os meses do ano,
inclusive durante a temporada de chuvas, a superfície de água encolheu, aponta
levantamento divulgado nesta quarta-feira (26/06) pela organização não-governamental
MapBiomas, uma rede que envolve universidades, ONGs e empresas de tecnologia e que
realiza estudos para monitorar mudanças na cobertura e no uso da terra.
A perda registrada no ano passado foi de 3% em comparação com 2022. É como se a água
esparramada sobre 5.700 km² tivesse evaporado – o equivalente a cinco vezes a cidade
de São Paulo.
Desde 1985, início do período analisado pelo Mapbiomas, a tendência observada no país
é de declínio. Especificamente em 2023, a redução foi de 1,5% em relação à média
histórica. Atualmente, a água cobre 183.000 km² do território brasileiro, o que
corresponde a 2% do total.
“A tendência geral é de perda de água. A explicação para esse cenário é complexa e se
deve a vários fatores como mudança nos padrões de precipitação, aumento de
temperatura, verões mais quentes e mais longos, mudanças no uso do solo”, afirma à DW
Juliano Schirmbeck, coordenador técnico do Mapbiomas Água.
De cientista a refugiado climático
Os dados do Mapbiomas Água usam como base as imagens do satélite Landsat 5. Ele faz
parte de um programa da agência espacial americana Nasa e integra a rede de observação
mais contínua de toda a Terra. Embora a antena do Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais (Inpe) capte desde a década de 1970 as imagens do Landsat, a cobertura do
território brasileiro de forma sistematizada se deu a partir de 1985.
Morador de Roca Sales, no Rio Grande do Sul, Schirmbeck precisou se refugiar em
Belém, Pará, para finalizar a pesquisa sobre o cenário de 2023. Ele deixou a cidade gaúcha
em 10 de maio depois das enchentes recordes atingirem duramente o cotidiano da família.
A casa construída em 1944 onde moravam os pais do pesquisador foi alagada. O casal de
idosos foi retirado pelo telhado numa madrugada. A residência onde vivia com a esposa
e a filha, de cinco anos, ficou isolada devido a um deslizamento de terra e perdeu a
conexão com a rede de energia elétrica.
“Eu também virei um refugiado climático. Tudo o que estamos registrando é um alerta
para repensarmos urgentemente a nossa relação com o meio ambiente, para darmos
importância aos estudos científicos, aos dados, na tomada de decisão pelas autoridades”,
comenta ao relatar a experiência.
Fonte: site DW, por: Nádia Pontes.
Saiba mais em: https://www.dw.com/pt-br/brasil-est%C3%A1-secando-apontamapbiomas/a-69478925

Cooperações ABADES

Cooperações ABADES

    Demos início, na semana passada, às visitas aos Ministério e Secretarias. Nosso principal objetivo é aproximar cada vez mais o Governo Federal dos Municípios. Até a atualidade já nos reunimos com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Ministro Carlos Fávaro, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Ministro Geraldo Alckmin, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança Clima da Ministra Marina Silva, com o Secretário Moisés Savian e o Olivo Dambrós da Secretaria de Governança, Desenvolvimento Territorial e Socioambiental do MDA e com o Secretário Rodrigo Rollemberg do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Alterações climáticas: não somos os dinossauros, somos o meteorito, alerta Guterres

Alterações climáticas: não somos os dinossauros, somos o meteorito, alerta Guterres

  • O chefe da ONU dirigiu-se ao mundo por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente e após a publicação do último relatório da agência meteorológica sobre o Estado do Clima, a agência espera que a temperatura média anual global exceda temporariamente 1,5°C acima dos níveis pré-industriais durante pelo menos um dos próximos cinco anos, todavia 1,5 graus não é uma meta, é um limite físico.

  • Este grande museu conta a incrível história do nosso mundo natural. Das vastas forças que moldaram a vida na Terra durante milhares de milhões de anos”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, do Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque. “Tal como o meteorito que destruiu os dinossauros, o nosso impacto é enorme. No caso do clima, não somos os dinossauros, nós somos o meteorito.”

  • António Guterres fez um discurso especial sobre a ação climática: O momento da verdade, no qual começou a mencionar os últimos dados do Serviço da Comissão da União Europeia, que revelou que maio de 2024 é o mais quente até a data.

  • Já são doze meses consecutivos dos meses mais quentes da história (…) O nosso planeta está a tentar nos dizer algo. Mas parece que não estamos ouvindo”, disse o chefe da ONU.

  • Outros dados revelam que o orçamento de carbono restante para limitar o aquecimento a longo prazo a 1,5 graus é de cerca de 200 mil milhões de toneladas.

  • Essa é a quantidade máxima de dióxido de carbono que a atmosfera da Terra pode suportar se quisermos ter alguma chance de permanecer dentro do limite. A verdade é que (…) estamos prestes a esgotar esse orçamento em uma velocidade acelerada, emitindo cerca de 40 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano”, afirmou.

  • E embora as emissões globais devam diminuir 9% todos os anos até 2030, no ano passado elas aumentaram 1%.

  • Medidas urgentes

  • Guterres observou que o futuro mais seguro possível para as pessoas e para o planeta deve ser garantido, o que significa “tomar medidas urgentes”, especialmente nos próximos 18 meses: “Reduzir drasticamente as emissões, proteger as pessoas e a natureza de fenômenos meteorológicos extremos, aumentar o financiamento para a luta contra as alterações climáticas e reprimir a indústria dos combustíveis fósseis”.

  • Os países do G20 que produzem 80% das emissões globais, tem a responsabilidade e a capacidade de se manterem à frente desta pauta, disse o chefe da ONU.

  • Promova mudanças sistêmicas

  • Por último, convidou as instituições financeiras a deixarem de financiar os combustíveis fósseis e a investirem em energias renováveis, bem como os países a duminuirem a publicidade das empresas de combustíveis fósseis.

  • Temos também de lidar com o lado da procura”, disse ele, lembrando-nos que todos podemos mudar a atual situação ambiental, adotando tecnologias limpas, reduzindo progressivamente os combustíveis fósseis nas nossas vidas e usando o nosso poder como cidadãos para impulsionar as mudanças sistémicas.

  • Fonte: Naciones Unidas, Noticias ONU (site espanhol da ONU).

  • Saiba mais em: https://news.un.org/es/story/2024/06/1530321

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